quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Todo dia é dia de massa!




Olá pessoal, hoje comemorando esse grande dia, que nem todo mundo sabe, mas hoje é o Dia Internacional da Massa, uma junção de poucos ingredientes, mas de sabor inigualável, por isso conto agora um pouco da história, curiosidades e outros coisinhas desse alimento que sem duvida é um dos mais consumidos do mundo!
Não é de hoje que finas tiras de um simples preparado à base de água e farinha enfeitam, geralmente cobertas com molho de tomate, as mesas de pessoas famintas (ou somente gulosas). Ferramentas usadas para a fabricação de massas datadas de antes do século 7 a.C. foram encontradas em tumbas etruscas. Poetas romanos, como Horácio (65-27 a.C.), escreveram na Antiguidade sobre um alimento chamado laganum, o provável ancestral da lasanha. Ele, aliás, não foi nem de longe o único personagem histórico a se render aos encantos da pasta. Há registros de que o escritor alemão Johann Wolfgang Von Goethe (1749-1832) era fã de espaguete. O multitalentoso Leonardo da Vinci (1452-1519), que dizia preferir ser mais lembrado como cozinheiro do que como pintor ou engenheiro, gostava tanto de macarrão que chegou a dedicar horas de seu tempo à industrialização do alimento. O Código Atlântico, um compêndio de seus projetos, registra o desenho de uma gigantesca máquina de preparar lasanha. A geringonça não deu certo: a mistura, que deveria ser submetida à alta pressão, quebrava antes mesmo de ser cortada. Frustrado, não sossegou enquanto não conseguiu calcular a exata tensão que o talharim e o espaguete suportavam antes de se romper.
Como se vê, a pasta tem história. E muita. Vários cientistas, baseados em achados arqueológicos, atribuem sua invenção aos chineses, há 4 mil anos. Outros dizem que ela surgiu na Palestina da Antiguidade. Há ainda os que afirmam que os gregos foram os primeiros a consumi-la. Se a origem causa discórdia, uma coisa é certa: foi na península Itálica que a massa se transformou naquilo que hoje conhecemos. Lá, ganhou centenas de formatos, recheios, molhos e fama. Por isso, só podia ter saído da cozinha italiana um livro como Encyclopedia of Pasta (Enciclopédia da Massa, inédito em português), da pesquisadora Oretta Zanini de Vita. Durante dez anos, ela entrevistou centenas de conterrâneos para conhecer antigos métodos de produção do alimento e suas diferenças regionais. E escarafunchou arquivos país afora para encontrar registros sobre a fabricação, o comércio e o consumo de massa. O resultado são os 130 tipos que ela lista em seu livro, um verdadeiro tratado sobre a comida. Oretta tem sido comparada à Julia Child, a americana que ajudou a desmistificar a cozinha francesa ao escrever um best-seller sobre o tema (e que teve sua vida retratada no filme Julie & Julia, de 2009, com Meryl Streep como uma das protagonistas). Mas a italiana esclarece: "Este não é um livro de receitas". E tem razão. Sua obra tem muito de história social. Os verbetes da enciclopédia trazem o nome da massa, os ingredientes, como ela é preparada, outros apelidos pelos quais é conhecida (o espaguete, por exemplo, era chamado vermicelli, algo como "vermezinhos", até a virada do século 20. Hoje há os dois tipos, com espessuras variadas), a forma como é tradicionalmente servida, em que regiões da Itália ela é encontrada e curiosidades sobre sua história.
A pesquisadora traça ainda paralelos entre a trajetória de seu país e a de sua comida preferida. Alguns tipos de massa criados no século 19 foram batizados com os nomes de proezas militares da Itália na África. É o caso do grupo de um macarrãozinho simpático que tem diversos tamanhos e geralmente é servido cozido em um caldo, cujos nomes são tripolini, bengazini e abissini. As referências são, respectivamente, às cidades de Trípoli e Bengazi, na Líbia, e à região da Abissínia (Etiópia), onde os italianos empreenderam algumas campanhas militares. Outra massa desse grupo é a assabesi, uma alusão à compra do porto de Assab, em 1869, no mar Vermelho, por uma companhia de navegação genovesa.
Encyclopedia of Pasta também se encarrega de desvendar alguns mitos. Talvez o maior deles seja o de que o explorador Marco Polo teria trazido o macarrão para a Itália. Segundo Oretta, uma massa seca feita com trigo duro já era consumida na península por volta do ano 800. Ela foi levada de lá para o resto do mundo por navios de conquistadores muçulmanos da Sicília. No século 12, as repúblicas de Gênova e Pisa comercializavam a pasta seca para várias regiões próximas e também para outros países da Europa. "Existem documentos para provar isso, se há alguém que ainda acredite - e parece mesmo que há - que Marco Polo levou os noodles para a Itália em 1296 em seu retorno a Veneza da China", diz a autora no livro. "Na verdade, naquela época as pessoas de toda a Itália já comiam pasta havia pelo menos um século. Marco Polo relata um encontro com o noodle chinês e usa a palavra ‘pasta’ para descrevê-lo, claramente mostrando familiaridade tanto com o termo quanto com o conceito."
Produzir pasta, descreve Oretta, foi durante vários séculos um processo extremamente trabalhoso, que dependia de mão de obra especializada. A massa era feita na martora, uma espécie de tina em que o operário entrava e, como fazem os produtores de vinho ao esmagar as uvas, amassava-a. Misturar sêmola à água levava entre duas e três horas. Depois a massa era transferida para uma máquina com dois rolos, da qual saía mais fina para ganhar seu formato a mão. A secagem era demorada e ainda mais trabalhosa. Massas frescas são sensíveis ao clima - por isso, os antigos produtores eram considerados praticamente mágicos. "Eles rastreavam o céu, questionavam as estrelas e examinavam as fases da Lua e os ventos para estabelecer a posição de secagem da pasta", escreve Oretta. Tudo porque nos primeiros dias era necessário ar úmido, para depois a massa ser submetida ao ar seco. Esse método começou a cair em desuso no século 16, com o surgimento do engenho, que, como os nossos engenhos de açúcar, tornaram o trabalho mais rápido e fácil, além de possibilitar o aumento da produção. A massa passou a ser feita com água quente, o que facilitava a mistura. Moinhos eram movidos com água dos rios ou com a força de burros, cavalos ou mesmo humana. Mas foi só no fim do século 17 que esse processo de produção multiplicou-se pelo país e o preço da pasta começou a cair - assim, a população mais pobre pôde, enfim, consumi-la em datas que não fossem exclusivamente a Páscoa, o Natal e o Carnaval.
A industrialização, porém, seguiu caminhos tortuosos. No começo do século 20, ainda faltavam energia e canais de comunicação em diversas províncias. Até hoje, a antiga forma de fazer macarrão sobrevive em pequenos negócios familiares. Cada região, província, cidade e até família, claro, fazia a pasta no formato que quisesse. E esses diversos modelos levaram muito tempo até se espalhar pela Itália. Pouco depois da Segunda Guerra Mundial, quatro quintos da população do campo ainda tinham sua dieta baseada em vegetais. A massa, por ser ainda cara (apesar do barateamento iniciado cerca de 300 anos antes), era reservada a dias especiais - e geralmente servida diluída no meio de uma sopa de legumes. Hoje, o consumo médio de pasta no país é de 25 a 28 kg por ano por pessoa. Para ter uma idéia do que significa isso, nada como examinar a própria mesa: cada brasileiro, no ano passado, comeu apenas 6,4 kg, apesar de sermos o terceiro maior produtor mundial de macarrão.
O revolucionário italiano Giuseppe Garibaldi havia proferido no século 19: "Será o macarrão, eu juro para vocês, que unificará a Itália". Se o alimento não teve a capacidade de fazer isso por sua nação, ele, pelo menos, conseguiu unificar o paladar do mundo todo. Pois não há sujeito bom da cabeça que resista a um saboroso prato de massa.

Amanhã para encerrar essa comemoração vou passar duas receitas com a nossa querida homenageada, uma bem simples e barata e outro um pouco mais elaborada e de um valor um pouquinho maior mas sem grandes mistérios.

Abraços

Rodrigo


Fonte:Editora Abril

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Todo mundo pode cozinhar mas nem todo mundo pode ser chef



Nenhum curso de gastronomia, nenhuma faculdade forma ou transforma alguém em um chef, eles te ajudam bastante, mas é preciso mais, e digo por experiência própria e de vários e vários amigos e colegas, que já passei por estes anos de cozinha. Do que você vai precisar?

Vai precisar de vontade.

Vai precisar de desejo.

Vai precisar ter determinação para continuar em frente, abdicar de seus finais de semana,  churrascos com os amigos, e muitas vezes até mesmo de estar com sua própria família, para passar horas e horas na frente de um fogão, numa correria danada,  as vezes cortando um pedaço do dedo, se queimando para no final do dia ainda limpar uma cozinha imensa e extremamente suja,  ou até mesmo  queimado seu primeiro molho, mutilando um  filé, onde seu chef vai lhe dar uma bronca daquelas. São necessárias persistências físicas e mentais e capacidade de entender que os erros trazem valiosas informações. Você percebeu que fez de errado, agora não repita o erro. Qualquer um já leu ou ouviu falar de um molho que talhou ou desandou, mas ninguém de fato sabe o que isso até ver o desastre acontecer na sua frente, justo na hora que ele e mais necessário. Fracassos são bons mestres, fracassar e dar a volta por cima ajudam a perder o medo. Essa atitude e muito importante, porque certos pratos sentem quando você está com medo, às vezes se comportam muito mal.
Com o passar do tempo, suas mãos, seu paladar ou mesmo seus ouvidos, aprenderão, a saber, quando as coisas estão dando certo ou até lhe avisarão do desastre iminente.

Não tenha medo.

Você vai precisar de uma alma e um coração puros, o que significa que esta cozinhando por motivos nobres.
É preciso ter prazer em cozinhar, se existe um grande pecado no universo da culinária é o pecado da frescura. Se você é do tipo que se aflige porque caiu um pingo de gordura na sua roupa, tem nojo de lidar com ossos, cabeças de peixes ou miúdos, não vê o alho com muita simpatia ou e enjoado demais com comida, cozinha não foi feito para você!
Você tem que ter paixão, curiosidade e disposição para experimentar novos sabores e novos temperos, precisa ansiar por um bom resultado.

E preciso amor.......

Você tem que respeitar seus ingredientes por mais simples que eles sejam, tem de respeitar seus clientes ou convidados por mais sem graça que eles sejam no final das contas você esta cozinhando para seu próprio prazer.

Essa e uma pequena homenagem que faço a todos os cozinheiros, chefs pelo seu dia que passou, hehehe... Dia 20 de Outubro, Dia Mundial do chef de cozinha, e também as famílias que apóiam e entende muitas vezes quando não estamos juntos a elas, e sabem dessa nossa grande paixão!

Abraços

Rodrigo  
 

sábado, 20 de outubro de 2012

Boeuf Bourguignon grande clássico francês


Olá pessoal hoje vou falar um pouco sobre este clássico francês de nome difícil, mas fácil de fazer, e de um custo não muito alto bom para um almoço de Domingo.
O boeuf foi inventado para aproveitar os cortes de carne considerados duros demais para serem consumidos de outra forma. Depois de passar um longo tempo cozinhando em vinho, juntamente com vários condimentos aromáticos, a carne se torna macia e adquire um sabor inigualável. O termo bourguignon é geralmente usado para designar preparações que incluam cebolas, cogumelos, bacon e vinho tinto, receita tradicional da região da Borgonha na França.

Vamos a ela!

Ingredientes:

150 g de bacon
• 1 kg de músculo ou paleta sem osso cortada em cubos grandes
• 2 cenouras descascadas e fatiadas
• 1 cebola grande descascada e picada
• 1 garrafa de vinho tinto seco
• ramos de alecrim e tomilho
• 1 folha de louro
• 1 talo de alho poró
• 1 talo de salsão
• 1 anis estrelado
• 1 dente de alho picado
• 200 g de champignons, finamente fatiados
• 2 xícaras de chá de água

• Açúcar, sal, pimenta e óleo a gosto

 

Preparo:

• Em um recipiente grande faça uma marinada: junte todos os legumes, a cebola picada, o alho poró, o salsão, a cenoura o alho e os temperos e cubra tudo com o vinho tinto;

• Deixe a marinada descansar na geladeira de um dia para o outro;
• Em uma panela, frite o bacon e espere até ele ficar bem frito - retire da panela e reserve;
• Separe a carne e os legumes da marinada  para escorrer todo seu suco;
• Na mesma panela que fritou o bacon acrescente um pouco de açúcar, 3 colheres de sopa basta, refogue a carne até ficar bem dourada, entre com os legumes da marinada refogue os também, acrescente o caldo da marinada e deixe reduzir um pouco para que diminua um pouco do álcool do vinho;
• Numa  frigideira coloque a manteiga e refogue os cogumelos;
• Acrescente a água os cogumelos o bacon, tempere com sal e pimenta a gosto cozinhe em fogo baixo, tampado, por 2 horas ou até a carne ficar macia, mexendo algumas vezes para que não grude no fundo, acrescente um pouquinho de água se for necessário, ela criara um molho grosso e muito saboroso.


Bom apetite!


Abraços 

Rodrigo

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Cupcake de chocolate quem não gosta!



Olá galera, depois de um pequeno probleminha com o tio Google estou de volta para terminar a série de cupcakes, com uma receita de que qualquer criança adora e os barbados também, um cupcake de chocolate e brigadeiro. Uma beleza!!!


 

 Massa:
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
200g de manteiga amolecida
3 ovos
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de leite
1 colher (café) de bicarbonato em pó
2 colheres (chá) de fermento em pó químico





Recheio:
1 lata de leite condensado
2 colheres (sopa) de margarina
4 colheres (sopa) de chocolate em pó
1 caixa de creme de leite
Chocolate granulado para polvilhar

Modo de preparo
Para o recheio, leve ao fogo médio o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó, mexendo sempre, até engrossar e formar um brigadeiro. Acrescente o creme de leite, misture e reserve.

 Para a massa, na batedeira, bata o açúcar e a manteiga até ficar cremoso. Adicione os ovos, um a um, batendo sempre. Coloque o chocolate em pó, a farinha, o leite e bata novamente. Espalhe o bicarbonato e o fermento e bata rapidamente. Distribua a massa em forminhas próprias para cupcake. Coloque as forminhas uma ao lado da outra em uma fôrma grande e leve ao forno médio, preaquecido a 180ºc por 15 minutos ou até assar e dourar levemente. Ainda mornos e faça um buraco no centro de cada um deles. Coloque o brigadeiro reservado em um saco de confeitar e aperte no centro dos bolinhos, decorando toda a superfície. Polvilhe com granulado e sirva.

Abraços

Rodrigo 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Showcolate Branco


Olá pessoal, na segunda receita da série dos cupcakes, hoje vamos fazer uma receita muito gostosa, mas não muito tradicional, vamos a ela!


Ingredientes
· 4 ovos
· 450 gramas de açúcar
· 100 gramas de chocolate branco derretido
· 300 gramas de farinha de trigo
· 45 gramas de leite em pó
· 2 colheres (chá) de fermento em pó
· 240ml de leite
· 60 gramas de manteiga sem sal derretida
Instruções
1. Bata os ovos com o açúcar na batedeira, até obter uma mistura fofa
2. Desligue a batedeira, recolha as pás e acrescente o chocolate derretido
3. Em seguida, junte os ingredientes secos e o leite, apenas misturando
4. Por último, adicione a manteiga derretida e incorpore-a à massa
5. Divida a massa nas forminhas e leve ao forno preaquecido à 180°c por cerca de 25 minutos ou até que esteja assado.


Abraços

Rodrigo

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Cupcakes na semana das crianças!

Óla pessoal essa semana em homenagem ao dia das crianças e ao aniversário da minha filhota, vou fazer uma série de receitas de um dos doces mais comentados nos últimos tempos e que a criançada adora, Cupcakes.
Cupcake, tranduzindo-se ao pé-da-letra, é um bolo pequeno, do tamanho de uma xícara. Surgiu nos Estados Unidos, no século XIX, e é mais um resultado da eterna busca dos americanos pela conveniência.  O cupcake surgiu como uma praticidade, por ser menor, assava mais facilmente nos fornos antigos. Como até o início do século XX não existiam assadeiras pequenas, os bolinhos começaram a ser assados em latas pequenas.
Os cupcakes são uma referência da cultura pop no mundo da culinária. Seu sucesso deve-se ao fato de possibilitarem inúmeras combinações de massas, recheios e coberturas, à praticidade no transporte, às inúmeras possibilidades de decoração, nos mais variados temas,cores e personalizações. 
A primeira receita da semana é de um cupcake de banana com canela, vamos a ela.

Ingredientes


4 bananas maduras
4 ovos 
1 xícara (chá) de açúcar mascavo
1 xícara (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de óleo
2 xícaras (chá) de aveia em flocos finos
1 pitada de canela em pó
1 colher (sopa) de fermento em pó químico
2 xícaras (chá) de doce de leite pastoso
1 lata de creme de leite
1 colher (sopa) de canela em pó
Canela em pau para decorar
Canela em pó para polvilhar
 
Modo de preparo
 

Bata no liquidificador as bananas, os ovos, o açúcar e o óleo. Em uma tigela, misture com a aveia, a canela e o fermento. Coloque forminhas de papel para cupcakes de cor branca dentro de forminhas de alumínio ou de silicone próprias para cupcakes ou muffins. Coloque a massa nas forminhas sem deixar chegar na borda. Distribua as forminhas em uma fôrma grande uma ao lado da outra. Leve ao forno médio, preaquecido a 180ºc  por 20 minutos, ou até que ao enfiar um palito ele saia limpo. Deixe esfriar e retire os bolinhos das forminhas de alumínio. Misture o doce de leite com o creme de leite e a canela em pó. Coloque em um saco de confeiteiro com bico pitanga pequeno e faça um desenho sobre cada bolinho. Decore com pedaços de canela em pau e polvilhe com canela em pó.

Abraços  

Rodrigo

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Beatles e Hamburguês



Óla pessoal hoje que completa 50 anos do primeiro sucesso do Beatles,(Love me do), eu como um grande fã da banda e de hamburguês deixo a dica para vocês, quando forem a São Paulo  já têm lugar certo para ir.
A John & Paul Burger, lanchone  idealizada pelo jovem italiano Antonino Esposito. Na decoração, capricha nos itens que fazem menção ao Fab Four. Na cozinha, destaca-se pelos generosos sanduíches que trazem o nome das canções do grupo. 
Twist and Shout, por exemplo, é uma porção de fritas twister, em formato de parafuso (R$ 13), enquanto Help é a opção veggie (R$ 9). Já o prato de resistência da casa é o Special John & Paul, hambúrguer de 300g (R$ 18). 
O cardápio tem ainda sanduíches clássicos, como o club sandwich “Come Together” (R$ 23), além de omeletes (de R$ 13 a R$ 17) e saladas (de R$ 17 a R$ 19). Um dos favoritos do lugar é o combinado Get Back, com hambúrger de picanha acompanhado da salada Michelle (R$ 22). 
A John & Paul Burger também oferece petiscos de bar, que podem ser acompanhadas por várias opções de chopps e cervejas nacionais e importadas. Uma sugestão são as porções de “coxinhas de frango com catupiry” ou “bolinhos de mandioca com carne seca” (entre R$ 14 e R$ 15 a porção). 
Além dos quadros e painéis que enchem os olhos dos admiradores de John, Paul, George e Ringo, a hamburgueria ainda transmite ininterruptamente clipes, documentários e cartoons dos Beatles. A trilha sonora também é exclusiva ao repertório do grupo. 

John & Paul Burger
 

Quando: De terças a domingos, das 11h30 a 1h. Quartas e quintas, das 11h30 às 3h. Sextas e sábados, das 11h30 às 5h.
Onde: Rua Mourato Coelho 1285
Informações: (11) 2337-2540 ou www.johnandpaul.com.br


Abraços

Rodrigo
 
Texto: Rodrigo e Reduto do Rock

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Salsão ou Aipo


Galera essa matéria, é em especial para meu primo um grande amigo e incentivador do meu trabalho, primeiro para desmistificar o nome, depois também uma dica para ele, e todos que lêem o blog e muitas vezes não sabem como usar por completo alguma erva, tempero, ou qualquer alimento.


Salsão ou Aipo?

Salsão em português brasileiro, se é que existe isso, e Aipo em português europeu de Portugal (Apium graveolens) é uma planta aromática comestível da família das apiáceas. Todas as partes podem ser consumidas: a raiz, o caule e as folhas.
Na culinária brasileira, é geralmente utilizado no preparo de sopas, saladas e como condimento.Pode ser consumido cru ou cozido, encontramos ele também no coquetel Bloody Mary
Possui forma semelhante à salsa, porém, com tamanho bastante superior. 
Apresenta baixa quantidade de calorias (21 kcal por 100 gramas).É rico em potássio, importante mineral para o funcionamento do organismo,e  uma boa fonte de vitamina A e cálcio.
Entre os meses de julho a novembro ocorre a sua safra.
Já que estamos na primavera, época de flores e muitas cores, vou deixar duas receitas, uma salada bem colorida boa para acompanhar um peixinho grelhado como salmão, e outra claro o nosso querido Bloddy Mary.

Salada Frescati

·1 colher de sopa rasa de açúcar
·1  xícara de chá de morangos maduros
·1 xícara de chá de maçãs, picadas
·1 xícara de chá de abacaxi fresco, picado
·1  xícara de chá de salsão cortado fino
· ½ xícara de chá de creme de leite fresco, gelado e batido até ficar bem espesso
·½ xícara de chá de maionese
·1 colher de sopa de alcaparras
· Sal e pimenta-do-reino branca, a gosto

Modo de preparo
Polvilhe os morangos com açúcar enquanto prepara as outras frutas e o salsão. Misture tudo com o creme de leite, já ligado com a maionese, as alcaparras e temperado. Arrume na saladeira e sirva gelado.

Bloody Mary 


10ml de molho inglês
15ml de suco de limão
6 gotas de molho de pimenta (tipo tabasco)
50ml de vodca (1 dose)
100ml de suco de tomate
Sal de aipo a gosto, se não tiver pode ser sal comum
Uma pitada de pimenta-do-reino
Um ramo de salsão com as folhas

Modo de preparo
Em um copo longo e com gelo, coloque os temperos e a vodca. Mexa bem com uma bailarina (aquela colher de cabo longo) para que os sabores se misturem. Em seguida, coloque o suco de tomate e continue mexendo.
Coloque uma pitada de pimenta-do-reino e finalize com um ramo de salsão.
O salsão além de decorar vai transferir sabor ao cocktail.

Até mais.
Abraços

Rodrigo

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O mel no dia da Abelha




Olá pessoal hoje vou falar um pouco sobre nosso querido mel, comemorando o dia da abelha, esse bichinho que produz esse maravilhoso alimento, geralmente encontrado em estado líquido viscoso e açucarado, que é produzido a partir do néctar recolhido de flores e processado pelas enzimas digestivas desses insetos, sendo armazenado em favos em suas colméias para servir-lhes de alimento.
O mel sempre foi utilizado como alimento pelo homem, obtido inicialmente de forma extrativa e, muitas vezes, de maneira danosa às colméias. Com o passar dos séculos, o homem aprendeu a capturar enxames e instalá-los em "colméias artificiais". Por meio do desenvolvimento e aprimoramento das técnicas de manejo, conseguiu aumentar a produção de mel e extrai-lo sem danificar a colméia. Com a "domesticação" das abelhas para a produção de mel, temos então o início da apicultura.
 Atualmente, além do mel, podemos obter diversos produtos como o pólen apícola, a geléia real, a apitoxina e a cera. Além da produção e comercialização de rainhas e em alguns casos de enxames e crias. O mel é o único produto doce que contém proteínas e diversos sais minerais e vitaminas essenciais à nossa saúde. Além do alto valor energético, possui conhecidas propriedades medicinais, sendo um alimento de reconhecida ação antibacteriana.
Juntamente com o mel, as abelhas produzem outros importantes produtos: a cera, a geléia real e o própolis.
Existem dezenas de variedades de mel de abelhas e marimbondos que podemos obter segundo a floração, os terrenos de obtenção, as técnicas de preparação, além da espécie de abelha melífera. Dessa forma variam em cor, aroma e sabor. Diferenciam-se, assim, na cor, indo do branco incolor, amarelo ao castanho principalmente.
A sua cor e sabor estão diretamente relacionadas com a predominância da florada utilizada para a sua produção. Os méis de coloração clara apresentam sabor e aromas mais suaves, como, por exemplo, os produzidos em pomares de laranjeiras, que têm alta cotação no mercado. No entanto, os méis de coloração escura são mais nutritivos, ricos em proteínas e sais minerais.
Outra característica marcante em alguns méis é a consistência líquida ou endurecida que poderá apresentar quando armazenado em recipiente, sendo de igual qualidade sob esse aspecto.

Essa e bem fácil!

Pão de mel

Ingredientes

- 1/2 Kg de açúcar mascavo

- 1 xícara (chá) de leite

- 1 xícara (chá) de mel

- 1 colher (chá) de canela em pó

- 1 colher (chá) de cravo em pó

- 1 colher (chá) de noz moscada ralada

- 1 colher (chá) de essência de baunilha

- 4 ovos inteiros

- 1/2 Kg de farinha de trigo

- 1 colher (sopa) rasa de fermento em pó

Cobertura

- chocolate meio-amargo e ao leite, derretidos e misturados.

Modo de Preparo
Peneire a farinha de trigo com o fermento e reserve.
Leve ao fogo o açúcar mascavo e o leite. Mexa bem, até dissolver o açúcar. Retire do fogo e passe essa mistura por uma peneira. Coloque na batedeira, junte todos os condimentos, os 4 ovos inteiros, o mel e bata bem. Junte a farinha de trigo peneirada.Coloque em uma assadeira retangular untada e polvilhada. Leve para assar, em forno médio, por cerca de 20 minutos. Deixe esfriar e corte em quadradinhos. Banhe na cobertura.


Abraços 

Rodrigo

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Curiosidades do melhor do mundo!

No mês de agosto rolou a  segunda edição do MAD Food Symposiu, evento que reúne grandes nomes da gastronomia e promoveu discussões sobre apetite e como é possível instiga lo.
O evento realizado em Copenhague na  Dinamarca é voltado para cozinheiros e jornalistas de gastronomia.
 Este ano 20 palestras foram apresentadas durante 2 dias, começando por René Redzepi chef e sócio do Noma, eleito o melhor restaurante do mundo pela revista Restaurant, e por chefs convidados como o italiano Massimo Bottura e o americano David Chang, do celebrado Momofuku (EUA). Chang questionou a demonização do glutamato monossódico (Aji no Moto), apesar de faltarem provas cientificas de que a substancia faça mal para o organismo.
Provocativo, Redzepi serviu formigas com maionese de larvas de abelhas, para debater a possibilidade de levar insetos à mesa ( que não é exatamente uma novidade em países asiáticos, por exemplo.
Que você acha, comeria?

Abraços 

Rodrigo

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A sétima cerveja mais vendida do mundo


Olá galera depois de algum tempo sem nada, estou de volta com uma dica bem interressante para os bebedores de cerveja de plantão.
Quem disse que na China só se vive de eletrônicos e falsificações, se engana, tomei esta cerveja esta fim de semana e me surpreendi, Tsingtao 1903, cerveja de boa coloração dourada clara, suave porem encorpada, uma cerveja fácil de beber, de graduação alcoólica 5,0%vol.
Qingdao Beer, a primeira cervejaria chinesa. Em 1897, dois missionários alemães foram assassinados na província de Shangdong. Usando essas mortes como pretexto, o Kaiser Wilhelm II forçou os governantes imperiais da Dinastia Qing a ceder, por 99 anos, a titulo de ressarcimento moral, a pequena vila pesqueira de Qingdao. Para manter e assegurar o pequeno território, o Kaiser construiu ali um típico vilarejo alemão, uma ferrovia que a ligava a capital da província, um excelente porto, além de outras bem feitorias.
Os trinta quilômetros que separam a sagrada montanha Taoista Laoshan de Qingdao não impediram a canalização de suas águas em direção à cidade. Situada 1.113 metros acima do nível do mar, a região guarda águas cristalinas em suas rochas.
Pois então, as modernas tecnologias, o conhecimento das leveduras, dos processos de fermentação, as temperaturas ideais e a ciência do produto encontraram – se com as sagradas águas da montanha Laoshan e, em 1903, sob direção da real Germânia – Brauerei, foi fundada a Qingdao Beer, para suprir as tropas e os poucos estrangeiros que ali moravam.
Em 1914, no inicio da I Guerra Mundial, os japoneses tomaram a região e somente em 1922 os chineses puderam voltar à cidade. Ali, a arquitetura alemã havia deixado sua marca e estabelecido, mesmo em pouco tempo, um centro cervejeiro que, após 109 anos, produz uma das cervejas mais consumidas no mundo.
A cervejaria Tsingtao é pioneira no mercado chinês, sendo a primeira a ter filial fora do país, a primeira a ter ações na bolsa e também a primeira a ter parceria com uma cervejaria estrangeira.
A cerveja chinesa Tsingtao 1903 é a cerveja mais requintada da cervejaria.
É inspirada nas receitas originais alemãs, utiliza insumos tchecos e a água pura das montanhas de Laoshan, detalhe é a 7º cerveja mais vendida do mundo.

Fica ai o toque para quem quiser experimentar.

Abraços

Rodrigo

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Um clássico das cozinhas

O béchamel



Bom galera, hoje vou falar um pouquinho do clássico molho que é base em praticamente todos os grandes e bons restaurantes daqui do Brasil e do mundo, claro o béchamel ou o nosso bom e velho molho branco!

Quem inventou o béchamel? Os italianos dizem ter sidos eles. Alguns sustentam ser originário de Cesena, a orgulhosa terra de natal dos papas Pio VI e Pio VII, na região da Emilia-Romagna, onde já existiria no século XIV com o nome de balsamella. Outros acreditam haver nascido em Florença. À Franca teria chegado no século XV quando a florentina Catarina de Medici se casou com futuro rei do país, Henrique IV. Entre as iguarias do banquete da festa havia vol-au-vent, com o nome de turbante a foggia turchesa di sfloguia. No recheio aparecia a então denominada salsa colla. A receita fora preparada com 1 litro de leite, 4 colheres de farinha ( 100gr ), 4 colheres de manteiga ( 100gr), sal, pimenta e nos moscada ralada. Qualquer semelhança com o bechamel não seria mera coincidência. Mas os franceses contestam as duas versões.

Atribuem o molho a Louis de Bechamel, Béchamel ou Béchamelle (1630-1703), marques de Nointel, que freqüentava assiduamente e corte de Luis XIV( 1638-1715). Foi rico financista, coletor de impostos, superintendente da casa do duque Felipe d´Orléans , intendente na Bretanha, maitre d´hotel do rei, colecionador de quadros e pedras preciosas, cultor de jardins e da boa mesa, na qual obviamente não faltava o molho. Mas colecionava desafetos, um dos quais, o duque de Grammont, deu-lhe um traiçoeiro pé na bunda, no Palais Royal, e se desculpou com sorriso, alegando que confundira com outra pessoa.

A receita apareceu no livro Le Cuisinier François, lançado em 1651 por François Pierre La Varene, chef de cozinha do marquês d´Uxelles. Mas a primeira pessoa a afirmar que o molho foi inventado por Béchamel teria sido a marquesa de Créqui, em memórias lançadas no século XIV. Os inimigos dele porem, jamais acreditaram nisso. Atribuem o feito ao seu cozinheiro, ate porque morriam de inveja de Louis de Béchamel e de sua proximidade com Luis XIV. “esta feliz, esse pobre homem” disparou o duque d´Escars. “eu que servi incontáveis aves ao creme, mais de 20 anos antes que Béchamel viesse ao mundo, nunca tive a felicidade de poder dar meu nome ao mais humilde dos molhos.”
Atualmente o estrelado chef Paul Bocuse, um dos formuladores da nouvelle cuisine, utiliza o Béchamel como referencia. “Todo cozinheiro que se preze deve saber prepará-lo, ainda que nunca o utilize.

Abraços

Rodrigo

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cozinheiros Malucos

Olá pessoal, estou aqui hoje a essa hora da madruga, criando esse blog, porque é claro que trabalhos até tarde da noite e dormimos o dia inteiro... nem todos, mas voltando o assunto, criei o blog  para que um bando de cozinheiros pudessem falar um pouco de gastronomia mas sem muitas regras, receitas, curiosidades, dicas, harmonizações, besteiras e afins... mas tudo ligado ao mundo da cozinha!
Espero que  vocês gostem e nos acompanhem!

Abcos
Rodrigo